_ Substitua legumes enlatados ou em conserva, sucos prontos, carnes defumadas ou congeladas por sua versão fresca (peixe, frango e carne frescos, legumes, hortaliças e frutas tem muito menos sal do que a versão industrializada e são melhores fontes de potássio, magnésio e cálcio, que reduzem os efeitos tóxicos do sódio).
_ Caso come alguma conserva ou enlatado, procure lavar bem antes de consumir (exemplo: azeitonas, alcaparras, picles).
_ Comece aos poucos a agregar menos sal no preparo da comida e evite ter o saleiro na mesa. Com o tempo, o paladar fica mais sensível aos sabores naturais dos alimentos (já que o sal “vicia” as papilas gustativas na língua) e a comida fica saborosa mesmo sem ter o excesso de sal.
_ Se comer amendoim, semente de girassol e amêndoas, optar sempre pela versão natural (sem sal).
_ Evite ou use molho de soja (shoyu) na versão light e com bastante moderação.
_ Evite os embutidos (salsichas, salames, linguiça, apresuntados, copa, etc).
_ Não confie no paladar. Um alimento rico em sódio não necessariamente tem sabor excessivamente salgado. Olhe sempre os rótulos e evite alimentos que tiverem em sua composição glutamato monossódico (presente principalmente em temperos e molhos prontos, sopas desidratadas, além de culinária oriental), o adoçante ciclamato de sódio e sacarina sódica (sucos, chás, gelatinas e refrigerantes light ou diet).
_ Também observe os rótulos para conhecer os produtos pobres em sódio: para facilitar, escolha produtos em que a proporção de sódio e de calorias do alimentos seja de no máximo 1:1 (exemplo: um alimento com 100 calorias deve ter 100 mg ou menos de sódio).
_ Elimine mais o sal do seu organismo (tome bastante água, consuma frutas e verduras).